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Auto-Hipnose – Modo de Fazer

14 jun

O método de auto-hipnose que descrevo a seguir, não foi inventado por mim, mas o aperfeiçoei, acrescentando uma série de valores junguianos que o aprimoraram bastante a nível de arquétipos, tornando-o mais funcional.

Costumava ensiná-lo a todos os meus pacientes na primeira sessão de terapia, que seguia a sessão de anamnése.

Eu mesmo o pratico pelo menos seis vezes por semana (de segunda a sábado), à vezes sete, quando disponho de tempo nos domingos.

Como já o pratico ha muito tempo, consigo realizar a viagem toda em menos de três minutos, e é claro, que como você o está aprendendo agora, necessitará de mais tempo.

Refiro-me aos três minutos por uma razão muito simples: sempre que disponho de três minutos (na fila do banco, em pequenas viagens de metrô ou de táxi, quando estou cortando o cabelo, etc…) aproveito para praticar a auto-hipnose.

No início, é provável que você tenha alguma dificuldade, para se lembrar de todos os detalhes, mas não se deixe vencer, a prática traz a perfeição.

Você pode se sentir tentado a fazer uma fita e a escutá-la inúmeras vezes até aprender completamente – tudo bem, desde que não fique dependente da fita e aprenda a fazê-la sozinho.

Quando você mais precisar de uma rápida auto-hipnose, poderá não dispor de um gravador a seu alcance…

A AUTO-HIPNOSE

A auto-hipnose pode ser usada para se conseguir praticamente qualquer coisa que dependa de sua mente não consciente.

Sua mente não consciente é aquela parte de sua mente que embora não esteja a nível consciente, dirige inúmeras de suas funções fisiológicas e mentais, sendo a responsável (direta ou indireta) de muitos de seus comportamentos, mormente aqueles que se originam em suas emoções.

Denomino essa parte de sua mente com a expressão não consciente, para evitar os chavões e rótulos (subconsciente, inconsciente, superconsciente, supraconsciente, etc..) que, dependendo do contexto, apresentam características e possibilidades que estão aquém ou além do que pretendo.

Não minimize as possibilidades e as conseqüências de sua mente não consciente; ela é capaz de coisas surpreendentes e, quando harmonizada e administrada com os recursos da auto-hipnose pode transformar totalmente sua vida.

Você já parou para pensar, por exemplo, que um suicida não liquida a própria vida através de elucubrações racionais?

Nenhuma pessoa se suicida como conseqüência de um raciocínio cartesiano que lhe prove linearmente (a + b) que sua vida é menos satisfatória do que desejaria.

Não se conhece caso algum de suicida, que tenha criado duas colunas numa folha de papel e enumerado fatores, prós e contra a respeito de sua existência, tomando uma decisão lógica a respeito do destino de sua vida.

Os suicidas se movem pelo conteúdo emocional de suas mentes e não pelas possibilidades que se apresentam após uma avaliação racional (em que pese o fato da racionalidade patológica ser uma possível causa de distúrbios emocionais que, ao fim e ao cabo podem conduzir ao suicídio).

Ora, se a emoção é a responsável pelo maior desvario da mente humana, (que é o suicídio) e; em escala menor, por todas as outras nuances de comportamento que tornam a vida das pessoas neuróticas um inferno, e se, a mente não consciente é a parte de nossa mente responsável por esse estado de coisas, cumpre considerá-la com respeito e aprender a administrá-la satisfatoriamente.

Dentre os inúmeros recursos de auto-educação que tenho encontrado ao longo de minha carreira, nada parece superar a técnica da auto-hipnose.

Venho portanto, através deste informativo, fornecer um método seguro e eficaz de se praticar a auto-hipnose.

Embora aperfeiçoado por mim, este método é de domínio público, sendo citado em diversos livros de diferentes autores, se desejar, pode consultar, por exemplo, “Além da Hipnose” de William Hewitt, publicado no Brasil, pela Editora Siciliano.

Passaremos agora ao exercício e depois finalizaremos tecendo considerações a respeito do “por que” de certos conteúdos técnicos.

INICIANDO A AUTO-HIPNOSE

Sente-se numa cadeira confortável, tire óculos, relógio, sapatos e respire profundamente três vezes.

Imagine que está diante de um edifício (é o seu edifício mental) em cuja fachada está escrito, em grandes letras de metal, o seu nome.

Imagine-se entrando nesse edifício – após a porta da entrada há um amplo saguão muito iluminado (este detalhe é importante).

Ao fundo do saguão há um elevador, que, à sua aproximação se abre e lhe permite entrar (Se você tem medo de elevador, pule esta parte, entre em contato com um hipnoterapeuta competente, marque uma consulta e cure sua fobia de elevador, usando a técnica de cura rápida de fobia da Neurolingüística).

O elevador (bem iluminado) fecha as portas e começa a se mover para baixo assim que você entra.

Em determinado andar de seu edifício mental (à sua escolha) o elevador para e a porta se abre.

À frente da porta há um corredor cujo piso é forrado de mármore branco em lajotas cuja proporção física é idêntica ao tamanho de seus passos e que formam uma escada descendente (o que significa que a cada passo, você alcança uma nova lajota).

A primeira lajota (de mármore branco, lembra-se?) têm, incrustada nela o número 10, bem grande, na cor vermelha.

Ao dar o próximo passo, você alcança a próxima lajota que tem, incrustada nela o número 9, na cor alaranjada.

Os próximos passos o levarão a novas lajotas de mármore branco, onde estão incrustados os números 8 (na cor amarela); 7 (verde); 6 (azul claro); 5 (azul escuro); 4 (lilás).

Daí em diante existem 3 degraus de ouro maciço, em que estão incrustados respectivamente os números 3; 2 e 1, em vidro transparente.

Ao pisar no último degrau (ouro maciço com o número 1 em vidro transparente), você estará diante de uma porta que se abrirá à sua aproximação.

Nessa porta está escrito o seu nome, bem grande, e logo abaixo as seguintes palavras: “Entrando em Nível Alpha”.

Ao passar pela porta você atinge uma saleta onde há uma escada em caracol que o leva a um piso inferior – essa escada é na cor lilás arroxeada e ao descê-la você conta mentalmente os degraus: 10; 9; 8; 7; 6; 5, 4; 3; 2; 1.

Ao chegar ao último degrau você está diante de outra porta que também se abre para lhe permitir passar – nessa porta está escrito seu nome bem grande e as seguintes palavras: “Laboratório de Desenvolvimento Mental”.

Ao entrar em seu laboratório, você deve imaginar um amplo salão, bem iluminado, com qualquer coisa que goste e que julgue, a seu critério, poder ser útil ao seu desenvolvimento mental.

Você pode colocar lá, plantas, computadores, mesas, sofás, tatames, o que quiser – mas, tem que ter uma escrivaninha (secretária, bancada de trabalho, o nome que você preferir) como móvel central.

Você se aproxima dessa mesa central e senta-se em uma cadeira bem na frente dela (imagine essa cadeira o mais confortável possível).

Ao sentar-se na cadeira, você aperta um botão que se localiza na mesa e uma lousa desce do teto, bem à sua frente, em cima da mesa.

No aparador da lousa estão um giz e um apagador.

Você pega o giz com a sua mão principal (se você for canhoto, pegue com a esquerda) e o apagador com sua outra mão.

Esse giz é um giz mágico que, a cada vez que você usa, muda de cor – no momento ele está na cor branca e você o usa para desenhar um amplo círculo no meio dessa lousa.

Em seguida escreva no meio do círculo o número 10, no momento em que o faz, observe maravilhado que o giz agora tem a cor vermelha!

Apague cuidadosamente o número 10 com o apagador que está em sua outra mão – tome cuidado para não apagar o círculo.

Escreva agora o número 9 (cor alaranjada) e apague.

Em seguida escreva os outros números até um, sempre escrevendo com sua mão principal e apagando com o apagador que está em sua outra mão.

Lembre-se que o giz estará mudando de cor o tempo todo (8 amarelo; 7 verde; 6 azul claro; 5 azul escuro; 4 lilás) – os outros três números (3, 2 e 1) o giz volta a ficar branco e você os escreve virando o giz de lado para o traço sair mais grosso.

Depois de apagar o último número (e o círculo), você coloca o giz e o apagador no aparador da lousa; aperta o botão da mesa e a lousa sobe e desaparece no nicho do teto.

Se você procedeu cuidadosamente, segundo as instruções que recebeu, agora você estará em profundo estado de relaxamento e passível de receber suas auto-sugestões.

A primeira sugestão que dará a si mesmo será mais ou menos assim: (veja-se mentalmente dizendo as seguintes palavras) “- Como primeira sugestão que dou a mim mesmo(a), escolho uma palavra como meu signo-sinal e a repetirei toda vez que vier a meu Laboratório de Desenvolvimento Mental. Meu signo-sinal é a palavra “serenidade” e toda vez que o repetir, dentro de meu Laboratório, agirá como uma alavanca de disparo, colocando-me em estado de profunda auto-sugestão. Se qualquer outra pessoa usar essa palavra em minha presença, que não seja eu mesmo(a), ele não induzirá em mim qualquer sugestão.

Em seguida dê a si mesmo(a) sua Segunda auto-sugestão: “- A cada vez que retornar ao meu Laboratório de Desenvolvimento Mental, meu relaxamento será mais profundo e minha capacidade de auto-sugestão será ainda maior.”

Em seguida dê a si mesmo(a) sua Terceira auto-sugestão: “- Após esta sessão de auto-hipnose, na primeira ocasião em que dormir, a parte de minha mente não consciente irá rever as sugestões que dou a mim mesmo(a) nesta sessão de auto-hipnose aprofundando o efeito dessas sugestões e ajudando a concretizá-las em minha vida.

Em seguida dê a si mesmo(a) as auto-sugestões que desejar e finalize com afirmações de bem estar – se quiser, pode seguir o exemplo que dou a seguir: “- Estou terminando minha sessão de auto-hipnose e agora contarei até 5 e ao chegar ao número 5, voltarei ao meu estado de lucidez mental, sentindo-me muito bem.

O “PORQUE” DE CERTOS CONTEÚDOS

Analisemos agora o “porque” de certos conteúdos técnicos:

Em primeiro lugar, considere que o saguão deve ser amplo e iluminado.

Por que isso?

Porque a noção de amplidão e luz, é um arquétipo junguiano que tem significados benéficos e positivos.

Em todas as culturas do mundo as experiências espirituais e sublimes envolvem “seres de luz” e tudo que é maléfico de alguma forma está envolvido com trevas e escuridão.

Mas, se isso é assim, por que todas as práticas neste exercício de auto-hipnose conduzem para baixo?

Porque o objetivo do exercício é aprofundar; ir cada vez mais fundo; entrar em níveis mentais mais profundos.

Usamos também a cor branca no mármore e no círculo (na lousa) porque a cor branca é outro arquétipo que simboliza a pureza.

Em seguida você tem toda uma tabela de cores, que vai do vermelho ao lilás, cujo objetivo é novamente induzir o aprofundamento – se você algum dia mergulhou profundamente no mar (com uso de aparelhos), certamente percebeu que as tonalidades mais presentes na profundidade são o lilás e o roxo (razão da escada em caracol ter essa cor).

Note também que os últimos degraus da primeira escada são de ouro maciço; por que ouro maciço ao invés de simplesmente dourado?

Por que o dourado não é autêntico, é apenas uma imitação do real e a finalidade do exercício é conduzi-lo ao que há de mais autêntico em sua natureza emocional.

E qual a finalidade da escada em caracol? Fazer com que sua mente se ocupe com a noção de modificação espacial, para que você perca a “referência geográfica” e entre em hipnose.

Em alguns dos rituais primitivos para induzir hipnose, entre os povos da Índia e do Egito, era costume girar o paciente, não só para deixá-lo tonto, como, principalmente, para fazê-lo perder sua referência espacial.

Esse paciente também era convidado a contar de 100 a zero, de dois em dois, enquanto seu corpo era girado.

Para que? Para que sua mente racional estivesse tão ocupada que se tornasse passível de aceitar sugestões.

No nosso exercício, ocupamos sua mente racional com o código de cores e com a mudança ambiental que têm a mesma finalidade.

Por que aprofundar tanto?

Por que os degraus são sempre contados de cima para baixo (do número mais alto até o um)?

Porque se sabe que a mente em estado de vigília vibra em ondas Beta de cerca de 14 a 22 ciclos por segundo (CPS) e que, com o relaxamento e com a hipnose, entra em ondas Alpha (cerca de 7 a 13 CPS) .

Todas as variações introduzidas neste exercício têm por finalidade conduzi-lo ao nível Alpha, onde suas sugestões serão facilmente aceitas pelo lado não consciente de sua mente.

Note também que o nome do seu Laboratório foi escolhido com muito critério; demos preferência à expressão “desenvolvimento” ao invés de “trabalho” ou “exercício” porque o conteúdo emocional dessa palavra é mais proativo do que se usássemos aqueles outros dois termos.

Se usássemos Laboratório de Trabalho Mental ou Laboratório de Exercícios Mentais, é provável que o lado não consciente de sua mente criasse resistências às sugestões hipnóticas que recebesse.

Quando usamos recursos em que você se obriga a usar a “mão secundária” para segurar o apagador, e a “virar o giz de lado” nos últimos números da lousa, também estamos colocando em pauta recursos mentais pouco utilizados e que, de alguma forma, contribuem para o aprofundamento do seu transe.

Pelas mesmas razões usamos a palavra “caminho” ou “serenidade” como seu signo-sinal, pois essas palavras são arquétipos para a auto-descoberta, para a busca espiritual e para o auto desenvolvimento.

Em suma, cada pequena parte deste exercício foi estudada e aperfeiçoada através do uso diário por dezenas de pacientes meus e você está recebendo a última palavra em técnica de auto-hipnose.

Meus pacientes têm, comprovadamente, obtido resultados eficazes para dezenas de usos desta técnica.

Posso afirmar que existem apenas duas maneiras desta técnica não dar certo com você.

Primeira: – não praticar.

Segunda: – minar seu trabalho mental com sugestões negativas do tipo: (Este exercício é ridículo. Não vai funcionar para mim. Não consigo. Nada funciona comigo. Não vai dar certo. etc..)

Se você puser de lado afirmações do tipo negativo, se sairá muito bem – é preciso apenas que pratique e pratique e pratique ainda mais.

Quanto mais você praticar, mais resultado obterá.

Aproveite todo tempo livre (não precisa mais que 5 a 10 minutos para fazê-lo) para praticar.

A única advertência é que não desgaste o potencial do exercício tentando fazer muitas mudanças de cada vez.

Dedique-se apenas a um comportamento emocional a sua escolha e não mude o objeto de sua dedicação até que tenha alcançado resultados palpáveis.

Só então, quando os resultados forem eficazes e comprovadamente mensuráveis, poderá mudar seu objetivo.

Acima de tudo lembre-se que a forma mais rápida de obter resultado em sua auto-hipnose é ser hipnotizado e receber a sugestão de que está adquirindo a capacidade de se auto-hipnotizar.

Com esse objetivo, você deve procurar hipnoterapeutas credenciados para ser hipnotizado com essa finalidade.

UTILIZAÇÃO DA AUTO HIPNOSE:

A Auto Hipnose pode ser usada para:

– Emagrecer (clique no link a seguir e visite meu blog http://www.emagreceremagrecendo.com.br/blog

– Curar Fobias (medo de avião, de elevador, de dirigir)

– Melhorar estados depressivos.

– Encontrar estados de recurso.

– Desenvolver qualidades artísticas.

– Melhorar a capacidade de concentração e de memória.

– Eliminar tensões dos estudos ou do vestibular.

– Organizar a mente e os planos de vida.

– Acelerar o processo de aprendizagem.

– Acordar em horas previamente determinadas.

– Gerar recursos para escrever um livro.

– Gerar recursos para tocar violão.

– Desenvolver potenciais.

– Criar uma reeducação alimentar.

– Desenvolver uma grande auto motivação.

– Fazer crescer a auto estima e a auto confiança.

– Corrigir estados de impotência e frigidez.

– Aprender a lidar com surtos de pânico.

– Melhorar no aprendizado de idiomas.

– Atenuar dores enquanto aguarda atendimento médico ou odontológico.

– Aprender a lidar com o medo e a culpa.

– Libertar-se do medo de assaltos.

– Libertar-se do medo de doenças.

– Libertar-se do medo da morte.

– Ensinar crianças a lidarem com os próprios medos.

– Aprender a tocar piano.

– Aprender a falar em público.

– Desenvolver habilidades físicas ou mentais.

– Desenvolver a fé religiosa e gerar novos recursos espirituais.

– Fortalecer qualquer desempenho que dependa da vontade.

– Desenvolver a disciplina.

– Curar a si mesmo.

CITAÇÕES HIPNÓTICAS:

“A Hipnose freqüentemente é o tratamento alternativo para certos problemas emocionais ou de saúde, porque não é invasivo (nada é inserido em seu corpo), não é um medicamento (portanto não tem efeitos colaterais), e é relativamente barato visto que em uma ou duas sessões pode produzir resultados. Organizações de saúde e outros grupos assistenciais estão finalmente aceitando a idéia de que a hipnose deve ser o primeiro tratamento a ser tentado, não o último.”
Roberta Temes, Ph.D.

“A auto-hipnose é um estado altamente sugestionável no qual o indivíduo pode dirigir sugestões a si próprio. É uma poderosa ferramenta em qualquer processo terapêutico, e pacientes altamente motivados podem obter sucesso equivalente ao da hétero hipnose por seus próprios esforços.”
Melvin Powers

“The use os hypnosis in internal medicine may be considered in conection with the principle that long-continued emotional stress can produce widespread changes in the body. When this emotional stress arise from unconscious conflicts, the patient is unaware of the cause and consequently is helpless in dealing with it.”
Jerome M. Schneck

CURIOSIDADES HIPNÓTICAS:

Como a palavra Hypnos em grego, significa sono, sabemos que há centenas de anos atrás, se pensava que a hipnose fosse uma espécie de sono (é espantoso como pessoas aparentemente esclarecidas, ainda pensam assim nos dias de hoje). As diferenças e similaridades entre o sono e a hipnose são demonstradas na tabela a seguir:

Sono

Os olhos ficam fechados.
O corpo relaxa.
Não se presta atenção ao ambiente ao redor.
Não se ouvem pessoas falando ao redor.
Normalmente a pessoa se move enquanto adormecida
Não se manifesta a capacidade de se concentrar.
O eletroencefalograma demonstra que ao dormir há pouca atividade alpha

Hipnose

Os olhos podem estar fechados ou abertos.
Normalmente o corpo fica relaxado, mas pode ser instruído para se tornar tenso.
Mesmo que a mente consciente preste atenção ao ambiente ao redor, o inconsciente aceita as sugestões quelhe são dadas.
O paciente ouve o hipnoterapeuta e aceita suas sugestões.
Em geral a pessoa permanece imóvel, pois requer muito esforço para se mover.
Extremamente alta capacidade de concentração.
O eletroencefalograma demonstra que, em hipnose há grande atividade alpha o que é indicativo de alerta.

Durante o sono você se torna inconsciente, enquanto durante a hipnose, você está alerta e interessado na aventura mental que você está tendo.

Esta tabela foi transcrita da obra “The Complete Idiot´s Guide to Hypnosis.”

HUMOR HIPNÓTICO:

Um homem, sonhava todas as noites que um fantasma lhe aparecia em sonhos e lhe perguntava se tinha feito xixi. Nesse momento urinava na cama todas as noites. Procurou um hipnotizador que o hipnotizou e lhe deu a sugestão de que, quando o fantasma aparecesse e lhe perguntasse se tinha feito xixi, apenas respondesse que sim e continuasse a dormir confortavelmente. Na noite seguinte o fantasma apareceu e lhe perguntou: “- Você já fez xixi?” E o homem respondeu, todo contente: “- Sim já fiz!” Então o fantasma lhe perguntou: “- E coco?” E o homem fez nas calças…

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